Burnout não começa quando a pessoa para. Começa quando ela ignora a si mesma.
- Cibele Crochi
- 24 de mar.
- 1 min de leitura
Burnout raramente começa no colapso .Ele começa antes. Muito antes.
Começa quando a pessoa:
normaliza o cansaço extremo,
vive em estado de alerta,
dorme, mas não descansa,
responde tudo no automático,
perde prazer até no que gostava,
sente culpa ao desacelerar.
Muita gente funcional está emocionalmente exausta.
Continua entregando, sorrindo, produzindo, resolvendo, mas por dentro, já está no limite.
Daniel Goleman fala sobre a importância da autoconsciência e da autorregulação emocional.
E isso é extremamente atual.
Porque sem perceber o que se sente, a pessoa não consegue cuidar do que a está consumindo.
O estresse emocional prolongado não afeta só a mente.
Afeta o corpo, os relacionamentos, a clareza mental, a tomada de decisão e o senso de presença.
Por isso, o gerenciamento do equilíbrio emocional precisa deixar de ser visto como algo secundário.
Ele é uma competência de sobrevivência e de saúde.
Quem cuida apenas da agenda e não cuida do emocional, mais cedo ou mais tarde, paga a conta.
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