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Burnout não começa quando a pessoa para. Começa quando ela ignora a si mesma.

Burnout raramente começa no colapso .Ele começa antes. Muito antes.


Começa quando a pessoa:

  • normaliza o cansaço extremo,

  • vive em estado de alerta,

  • dorme, mas não descansa,

  • responde tudo no automático,

  • perde prazer até no que gostava,

  • sente culpa ao desacelerar.


Muita gente funcional está emocionalmente exausta.

Continua entregando, sorrindo, produzindo, resolvendo, mas por dentro, já está no limite.


Daniel Goleman fala sobre a importância da autoconsciência e da autorregulação emocional.

E isso é extremamente atual.


Porque sem perceber o que se sente, a pessoa não consegue cuidar do que a está consumindo.


O estresse emocional prolongado não afeta só a mente.

Afeta o corpo, os relacionamentos, a clareza mental, a tomada de decisão e o senso de presença.


Por isso, o gerenciamento do equilíbrio emocional precisa deixar de ser visto como algo secundário.

Ele é uma competência de sobrevivência e de saúde.


Quem cuida apenas da agenda e não cuida do emocional, mais cedo ou mais tarde, paga a conta.

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