A ferida da rejeição no ambiente de trabalho
- Cibele Crochi
- 24 de mar.
- 1 min de leitura
A ferida da rejeição nem sempre se mostra como timidez.
Às vezes, ela aparece como:
medo de expor ideias,
dificuldade de participar de reuniões,
sensação de nunca ser bom o suficiente,
autocobrança excessiva,
hábito de se calar para evitar julgamento.
No ambiente de trabalho, isso pode fazer a pessoa parecer retraída, insegura ou até desconectada, quando na verdade ela está tentando se proteger.
Em muitos casos, a dor não é exatamente sobre a tarefa.
É sobre o que aquela situação ativa internamente.
Uma fala mais dura.
Um feedback mal colocado.
Uma comparação.
Uma exclusão sutil.
E então, o profissional não reage apenas ao presente.
Reage também ao que essa experiência desperta dentro dele.
Sob a ótica sistêmica, muitas dores atuais ganham força quando tocam antigas experiências de não pertencimento.
Por isso, desenvolver gerenciamento do equilíbrio emocional também é aprender a diferenciar: “o que está acontecendo agora” do “o que isso está despertando em mim”.
Essa consciência muda relações, decisões e resultados.
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